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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
[App] DETONA AEDES
O Centro de Gestão da Tecnologia da Informação (Prodap) criou um aplicativo que vai auxiliar a população no combate ao Aedes aegypti. Batizado de “Detona Aedes”, a ferramenta pode ser baixada pelo Google Play por qualquer usuário, e foi criada em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), com o objetivo de denunciar focos do mosquito e auxiliar os municípios no combate.
O aplicativo é mais uma contribuição do Governo do Estado para fortalecer nos municípios a campanha nacional de combate ao Aedes, mosquito que transmite a dengue, febre chikungunya, a zika e a febre amarela urbana. A participação do Prodap mostra que todos os órgãos governamentais estão envolvidos na luta contra o vetor.
“Essa tecnologia acaba sendo um facilitador, no sentido de que vai ajudar no processo de educação, prevenção e denúncias. O usuário vai poder, por exemplo, fazer uma foto do local com foco da dengue, habilitando no seu aparelho celular o GPS, marcando o lugar onde foi feita a foto e enviando automaticamente ao Prodap”, explicou o diretor-presidente, José Lutiano Costa.
Essas informações serão coletadas pelo aplicativo e enviadas ao sistema do Prodap, que em seguida repassará para a Sala de Situação Estadual de Combate ao Aedes, que trabalhará junto aos órgãos de vigilância estadual e municipais para que o possível criadouro seja eliminado. O APP pode ser baixado por qualquer cidadão, em todos os municípios do Estado. Devido o número de habitantes o alerta maior é para os municípios de Macapá, Santana e especialmente em Laranjal do Jari e Oiapoque, regiões de fronteira, respectivamente com o Pará e Guiana Francesa
O Detona Aedes irá servir também para identificar, por exemplo, quais os municípios e bairros com maior número de denúncias sobre focos do Aedes. Com isso, será gerado relatórios que irão servir de base na criação de estratégias para combater com mais intensidade o vetor.
Em breve o Prodap irá lançar também um portal, que, além de servir como plataforma de denúncias sobre focos do mosquito, o usuário vai poder informar quando estiver sentido sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes. Com base nessas informações, profissionais da área de saúde farão contato com o usuário para orientá-lo corretamente quanto aos procedimentos a serem adotados.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Após uma intensa articulação do Governo do Estado do Amapá (GEA) junto ao Ministério da Saúde (MS), o projeto para o Plano de Expansão de Radioterapia na capital está mais próximo de ser concretizado. Nesta quinta-feira, 18, consultores e técnicos do MS, reuniram-se na Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para nivelar as principais ações do projeto executor, já conveniado ao governo federal para que, em 2017, as obras do plano de expansão comecem a ser executadas. Com a implantação da radioterapia, a expectativa é de que aproximadamente 50 sessões sejam realizadas por mês.
O Amapá foi contemplado em 2012 pelo Ministério da Saúde para a implantação do Plano de Expansão da Radioterapia. A União vai investir cerca de RS 79 milhões em infraestrutura e equipamentos, com a contrapartida do GEA, além de emendas da bancada federal.
A área a ser construída, dentro do complexo hospitalar do Hospital das Clínicas Alberto Lima (Hcal), será em torno de 1000 metros quadrados. A obra deverá ser iniciada em 2017 com previsão de entrega para o mês de abril de 2018.
O Ministério da Saúde implantará os equipamentos e a estrutura para atender usuários que necessitam dos serviços de radioterapia e braquiterapia. Após a entrega de toda infraestrutura, a Sesa vai se responsabilizar por mobiliar e contratar os profissionais, além de garantir a continuidade dos serviços já existentes de quimioterapia, laboratório cito patológico, serviços ambulatoriais e procedimentos cirúrgicos.
De acordo com a gerente do Projeto de Expansão de Radioterapia do Ministério da Saúde, Tânia Arantes, 2016 será um ano fundamental para reajustar toda a parte burocrática do plano. "No Amapá, esse ano de 2016 será feito o reajuste do convênio já existente com o Ministério da Saúde, licitação para contratação da empresa que vai da início às obras e também iremos conhecer a área em que será implantado o serviço de radioterapia", comentou.
A gerente ainda reforçou que os Estados do Amapá e de Roraima são os únicos que ainda não disponibilizam o tratamento de radioterapia. "Por ser uma tecnologia muito cara, nem sempre o Estado tem condições de fazer a implantação de serviços como esse. É uma obra muito complexa, por isso que o Ministério da Saúde, em 2010, começou a pensar em uma estratégia de fazer o atendimento de radioterapia, que é o maior déficit nacional", explicou Tânia.
A secretária de Estado da Saúde, Renilda Costa, enfatizou que a implantação da radioterapia vai garantir o crescimento da oferta de atendimentos, além de possibilitar modernização na área oncológica. "A expansão da radioterapia será um serviço fundamental e estruturante para a assistência oncológica do Estado. Com a implantação desse serviço, nós iremos ampliar e fortalecer o atendimento para toda a população que depende do tratamento ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS)", disse.
Atualmente, são oferecidos os tratamentos de quimioterapia aos pacientes com câncer no Amapá por meio da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que funciona no Hcal. Os casos de usuários que precisam de tratamentos oncológicos não realizados no próprio Estado são encaminhados para outros centros de tratamentos, por meio do Programa de Tratamento Fora de Domicílio (PTFD).
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Sinais e Sintomas Chikungunya
SINAIS E SINTOMAS
Quais os principais sinais e sintomas?
Febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas.
Como se identifica um caso suspeito?
O Ministério da Saúde definiu que devem ser consideradas como casos suspeitos todas as pessoas que apresentarem febre de início súbito maior de 38,5ºC e artralgia (dor articular) ou artrite intensa com início agudo e que tenham histórico recente de viagem às áreas nas quais o vírus circula de forma contínua.
Após a picada do mosquito, em quantos dias ocorre o início dos sintomas?
De dois a dez dias, podendo chegar a 12 dias. Esse é o chamado período de incubação.
Se a pessoa for picada neste período, infectará o mosquito?
Isso pode ocorrer um dia antes do aparecimento da febre até o quinto dia de doença, quando a pessoa ainda tem o vírus na corrente sanguínea. Este período é chamado de viremia.
Dor nas articulações também não ocorre nos casos de dengue?
Sim, mas a intensidade é menor. Em se tratando de Chikungunya, é importante reforçar que a dor articular, presente em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos (geralmente tornozelos e pulsos).
Existem grupos de maior risco?
O vírus pode afetar pessoas de qualquer idade ou sexo, mas os sinais e sintomas tendem a ser mais intensos em crianças e idosos. Além disso, pessoas com doenças crônicas têm mais chance de desenvolver formas graves da doença.
As pessoas podem ter Chikungunya e dengue ao mesmo tempo?
Sim.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Combate ao mosquito
Com o objetivo de orientar os servidores públicos quanto ao combate ao Aedes aegypti, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS), deram início nesta segunda-feira, 15, a um ciclo de palestras abrangendo todas as Secretarias e órgãos estaduais.
Hoje, 15, as Secretarias de Defesa e de Desenvolvimento Rural receberam as orientações. A ação está inserida no cronograma de atividades do Governo Estadual referentes ao eixo de mobilização social e educação em saúde ambiental contra o mosquito. Ainda essa semana serão definidas as palestras em outras instituições do Estado.
Emanuel Bentes, chefe da Vigilância Ambiental da CVS, disse que a meta é informar o cidadão sobre todos os cuidados que se deve ter para evitar a proliferação do mosquito. “Os servidores serão como agentes voluntários de combate ao vetor e multiplicadores deste conhecimento”, disse.
Bentes lembra ainda que a população é indispensável na luta contra o mosquito. “Deve haver, urgentemente, mudanças nos hábitos e no comportamento das pessoas em relação ao meio ambiente, para que sejam eliminados todos os meios favoráveis de reprodução do Aedes”, finalizou.
Combate ao mosquito
Para combater o Aedes aegypti, é fundamental eliminar locais ou objetos que sirvam de depósito para água como pneus, vasos, garrafas e até mesmo tampinhas de refrigerantes.
Manter a caixa d’água fechada com a tampa, limpar as calhas, não deixar acumular água da chuva sobre a laje, encher os pratinhos dos vasos com areia, lavar uma vez por semana os vasos com plantas aquáticas usando escova e sabão, além de guardar garrafas vazias de cabeça para baixo são algumas iniciativas que devem ser adotadas por todos.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Depois de mais de oito horas de operação contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, os órgãos envolvidos na ação consideraram satisfatórios os números de atendimento à população, neste sábado (13).
A mega campanha no Amapá foi organizada pelo Ministério da Defesa (MD) e desenvolvida pelo Exército Brasileiro, Aeronáutica e a Marinha do Brasil em conjunto com o Governo do Estado, municípios e órgãos públicos. Nessa primeira fase a ação foi executada nos municípios de Oiapoque, Laranjal do Jari, Santana e na capital Macapá.
Até as 14h30 do sábado, os dados parciais de atendimentos foram:
- Macapá: 5.083 residências e 450 comércios.
- Santana: 1.100 residências e 111 comércios.
- Jari: 1.000 residências e 60 comércios.
- Oiapoque: 1.190 residências e 130 comércios.
As informações foram levantadas pelas equipes envolvidas no combate ao vetor, que repassavam os dados a uma base montada no 34º Batalhão de Infantaria de Selva.
Para chegar a esses registros, foi necessário um efetivo de 581 militares e 300 civis para atuarem em Macapá. Em Santana foram 150 militares e 160 civis. No Jari 50 militares e 36 civis. Em Oiapoque foram 250 militares. “Os objetivos foram traçados e plenamente alcançados, uma vez que o Exército pôde repassar à sociedade amapaense o conceito de como combater o Aedes. A receptividade das pessoas foi muito maior que o esperado. Foi uma vitória do povo do Amapá. A segunda etapa será executada a partir do dia 15 de fevereiro, nos focos do mosquito Aedes localizados e mapeados”, disse o tenente coronel Mattos, do comando de Fronteira do Amapá.
As demais etapas da operação de combate ao Aedes serão realizadas com palestras de conscientização e motivação nas escolas de 17 a 18 deste mês. “Nossa união de forças no combate a este mosquito deve ter sempre um saldo positivo. Estou convicto que esta mobilização ao chegar às escolas de modo geral vai trazer em 180 dias o resultado esperado”, disse o governador do Estado, Waldez Góes.
A cerimônia de encerramento do Dia de Combate ao Aedes no estado ocorreu em frente ao comando do 34º Batalhão de Infantaria de Selva.
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