terça-feira, 8 de março de 2016

[MULHERES] Sesa promove programação a mulheres com incentivo a saúde do corpo e da mente



As servidoras da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) foram recebidas com homenagem na manhã de hoje, 08, pela passagem do Dia Internacional da Mulher. A iniciativa, além da simbologia da data, visa integrar e estreitar o relacionamento entre gestores e profissionais, focados no tratamento humanizado ao usuário, bem como os cuidados com a saúde do corpo e da mente.

Um dos destaques do evento, foi a participação dos residentes de enfermagem da Sesa, que ministraram uma  palestra que abordou o tema "Conheça o seu corpo e controle sua mente". O objetivo foi repassar as mulheres os conhecimentos específicos que partem desde uma boa alimentação, cuidados básicos com a saúde do corpo e medidas de prevenção para manter o corpo e a mente sempre saudáveis.

Além disso, assuntos como a humanização da saúde de dentro para fora, foi também um dos  pontos abordados durante a programação. "É importante primeiramente, buscar a interação e integração entre funcionários e gestores criando vínculo de responsabilidade e solidariedade que contribui para a formação de trabalhadores mais determinados, participativos e satisfeitos. Quem ganha com isso são os usuários que se sentem melhores acolhidos e recebem atendimento com mais qualidade e humanizado", comentou o diretor do Hospital da Mulher Mãe Luzia, Walter Souza

A homenagem aconteceu no Centro de Convenções Azevedo Picanço, que teve entrega de brindes e um café da manhã.

A Chefe de Gabinete da Sesa, Edna Dias, falou da importância da integração com os funcionários para alavancar a saúde do Estado, mas destacou a dedicação das mulheres servidoras.

“Queremos agradecer a coragem e dedicação de todas as profissionais que arduamente trabalham para cuidar e salvar vidas. Isso nos dá força para reconstruir a saúde do nosso Estado para oferecer serviço de atendimento justo e com qualidade em um ambiente de trabalho digno”, disse a Edna Dias.

Para a servidora Clivia Valentea, que trabalha há 16 anos como fisioterapeuta no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), a data representa a luta da mulher. “Devemos ser homenageadas todos os dias, mas esta data simbólica marca nossa luta por uma sociedade igualitária sem tratamento desigual por gênero, raça e religião”, finalizou.


















quinta-feira, 3 de março de 2016

[SAÚDE NAS ESCOLAS] Ações de combate ao Aedes vão focar escolas do Estado


Gestores e técnicos da Educação e Saúde estaduais anunciaram, nesta quinta-feira, 3, união de forças para combater o Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika. O tema “Comunidade Escolar Mobilizada contra o Aedes aegypti” será uma das prioridades nesse ano letivo.
As ações fazem parte do Programa Saúde na Escola (PSE) e vão iniciar no dia 14 de março, junto com o calendário escolar. A ideia é envolver 100% alunos, professores e demais profissionais da educação em ações permanentes de conscientização e limpeza contra ao mosquito.
O objetivo é tornar o combate ao vetor um tema interdisciplinar, mantendo a vigilância ao mosquito não só nas residências, mas também nas instituições de ensino. "Para extinguirmos essas doenças todos devem entrar em ação", comentou a técnica do Núcleo de Atendimento à Saúde do Educando da Seed, Adna de Queiroz.

Integração
Além das Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Educação (Seed), as ações nas escolas contarão com o apoio da Polícia Militar e Corpos de Bombeiros.
A coordenadora do Programa Saúde do Adolescente e do Jovem da Sesa,ANNIE Martel, disse que as ações referentes à saúde escolar serão atividades permanentes o ano todo. "O Programa Saúde na Escola é um trabalho que já vem sendo realizado e este ano o tema central a ser trabalhado serão as ações contundentes de combate ao Aedes", finalizou.  

[MÊS DA MULHER] Nova caderneta da gestante orienta contra Aedes aegypti




O Ministério da Saúde acaba de lançar a nova Caderneta da Gestante (link para download da sua caderneta), instrumento de acompanhamento do pré-natal dirigido aos profissionais de saúde e mulheres gestantes que usam os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). O documento inclui um cartão de acompanhamento do pré-natal para registrar as consultas clínicas e odontológicas, os resultados dos exames e vacinas, entre outras informações. Nesta edição, a caderneta traz, entre outras novidades, informações sobre prevenção e proteção contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, o chikungunya e o vírus Zika.
O documento contempla as diretrizes de boas práticas na assistência ao pré-natal, parto e nascimento e as propostas da Estratégia Rede Cegonha, devidamente alinhadas à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher. Trata-se de um instrumento interativo, que contém espaços para a gestante e seu/sua parceiro/a fazerem anotações e registrarem impressões sobre o momento que estão vivendo, além de ajudar a esclarecer as dúvidas mais frequentes.
Na nova caderneta, os profissionais de saúde poderão registrar todos os dados das consultas e informações clínicas da gestante, e será disponibilizada em todos os serviços de saúde que realizam pré-natal pelo SUS no Brasil. Para as gestantes e seus familiares, trata-se de um documento muito útil, uma vez que traz orientações sobre como será o acompanhamento pré-natal, informações importantes sobre os cuidados na gestação, sinais de trabalho de parto, fisiologia do parto humanizado e cuidados com o puerpério (período de 42 dias após o parto) e amamentação.
A caderneta favorece a qualificação da atenção pré-natal à medida que os procedimentos e condutas clínicas são realizados e avaliados, sistemática e periodicamente, em todas as consultas, junto com possíveis diagnósticos, que são devidamente registrados no documento. Isso permite um fluxo melhor de informações entre os profissionais, serviços de saúde e um cuidado mais adequado à paciente. Estão sendo investidos R$ 3,7 milhões para a impressão de 3.192.737 cadernetas e fichas perinatais, instrumento de registo do pré-natal que será anexado ao prontuário da gestante e servirá como espelho da caderneta.
”É fundamental que a mulher, no momento da gravidez, tenha acesso a informações seguras e baseadas em evidências científicas sobre o processo de gravidez, parto e puerpério. É importante também que ela conheça seus direitos civis, quais são as rotinas recomendadas para as consultas de pré-natal e quais exames clínicos, laboratoriais e vacinas devem ser realizados durante o período. O acesso a essas informações contribui para um maior empoderamento dessas mulheres, fortalecendo a sua autonomia e protagonismo, assim como sua confiança nos processos naturais da gestação, parto e amamentação”, explicou a Coordenadora Geral de Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde, Maria Esther Vilela.
A Caderneta também favorece o diálogo com a gestante, as ações de educação em saúde individuais e coletivas e permite que as mulheres tenham um instrumento portátil onde estão registradas todas as informações referentes ao seu pré-natal, o que garante a obtenção de informações por outros serviços de saúde no caso de emergências e a continuidade da atenção prestada quando houve deslocamento em território nacional.
NOVIDADES – A primeira versão da caderneta da gestante foi publicada em 2015. A de 2016 tem muitas novidades em relação ao cartão anterior. Na nova versão, além de informações sobre prevenção e proteção contra o mosquito Aedes aegypti, estão os dados sobre a importância do tratamento da sífilis e prevenção da sífilis congênita, incluindo espaço para registro do tratamento.
O documento traz ainda informações sobre a assistência ao parto por enfermeira obstetra ou obstetriz e espaços para registro do plano de parto e pré-natal do parceiro. A caderneta possui uma linguagem simples e objetiva para dialogar com as mulheres durante a gestação, por meio de textos e figuras explicativas nas ações de educação em saúde.


quarta-feira, 2 de março de 2016

[VACINAS] Compreenda as mudanças do Calendário vacinal


HPV
Como era: 2 doses para meninas de 9 a 13 anos com intervalo de 6 meses; 3ª dose 5 anos depois.
Como fica: 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 13 anos.
Poliomielite
Como era: injeção aos 2 e 4 meses e gotinha aos 6 meses. 2 doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos (ambas de gotinha).
Como fica: muda somente que a 3ª dose passa ser a injetável.
Pneumonia
Como era: 3 doses  (2, 4 e 6 meses de idade) e reforço entre 12 e 15 meses.
Como fica: 2 doses - aos 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses.
Meningite
Como era: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 15 meses.
Como fica:2 doses, aos 3 e 5 meses de idade, com reforço aos 12 meses.

terça-feira, 1 de março de 2016

Ministério da Saúde realiza mudanças no Calendário de Vacinação



Foram alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite. Também não será mais necessária a terceira dose da vacina de HPV
Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer a partir dessa segunda-feira (04).
“Essas mudanças são rotineiras. O Calendário Nacional de Vacinação tem mudanças periódicas em função de diferentes contextos. Sempre que temos uma mudança na situação epidemiológica, mudanças nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas, fazemos modificações no calendário”, explicou o secretario de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi. 
Um das principias mudanças é na vacina papiloma vírus humano (HPV). O esquema vacinal passa para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose. Os estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. As mulheres vivendo com HIV entre de 9 a 26 anos devem continuar recebendo o esquema de três doses.
Para os bebês, a principal diferença será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que a partir de agora será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas poderá ser tomado até os 4 anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.
PÓLIO – Já a terceira dose da vacina contra poliomielite, administrada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. A mudança é uma nova etapa para o uso exclusivo da vacina inativada (injetável) na prevenção contra a paralisia infantil, tendo em vista a proximidade da erradicação mundial da doença. No Brasil, o último caso foi em 1989.
A partir de agora, a criança recebe as três primeiras doses do esquema – aos dois,  quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como reforço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatro anos.
Também haverá mudança da vacina meningocócica C (conjugada), que protege as crianças contra  meningite causada pelo meningococo C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.
VACINAS – Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação.
É importante destacar que, nos últimos cinco anos, o orçamento do PNI cresceu mais de 140%, passando de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 2,9 bilhões, em 2015. Além disso, os contratos do Ministério da Saúde com os laboratórios produtores de vacinas estão em andamento e os pagamentos em dia.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

[INSCRIÇÃO] Conselho Estadual de Saúde




iniciou nesta terça-feira, 1º, as inscrições para a eleição de entidades, movimentos sociais, gestores e prestadores de serviços que irão compor o Conselho Estadual de Saúde (CES) para o triênio 2016-2018. O prazo vai até o dia 8 de março e não será estendido. As eleições ocorrerão no dia 14 de março, das 16h às 19h, na sede do CES, sob a coordenação da Comissão Eleitoral. O pleito vai garantir à sociedade civil organizada que ela eleja 84 membros do Conselho, sendo 28 titulares e 56 suplentes, conforme o edital já publicado pelo Diário Oficial do Estado.

Inscrições
As inscrições poderão ser feitas por meio de requerimento junto à comissão eleitoral. É preciso especificar o segmento que pertence à entidade, não podendo ter duplicidade de representação no Conselho. Apresentar a documentação exigida também é necessário.
O Conselho Estadual de Saúde é um órgão colegiado de deliberação superior do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Tem caráter permanente e com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política estadual de saúde, bem como o acompanhamento, controle e avaliação da execução.
A sede do Conselho está localizada na Avenida Antônio Coelho de Carvalho, n° 932, Centro, e as inscrições podem ser feitas em horário comercial.


[AEDES AEGYPT] Com 70% da meta alcançada, Amapá intensifica ações de combate ao Aedes



Neste sábado, mais de mil pessoas participaram do Dia D de combate ao mosquito, que aconteceu nos 16 municípios do Estado

O “Dia D” de mobilização contra o mosquito Aedes aegypti realizado neste sábado, 27, em todo o Estado, contou com a participação de mais de mil de pessoas nos 16 municípios do Amapá. O objetivo da ação foi identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, além de orientar e conscientizar a população para os cuidados que devem ser tomados para evitar o surgimento do vetor. No bairro Santa Inês, na capital, mais de mil imóveis foram vistoriados e, em mais de 12% foram encontrados focos do Aedes.
O mutirão deste sábado aconteceu simultaneamente em todas as cidades amapaenses e é mais uma etapa do planejamento do Governo do Amapá para alcançar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde de ações de mobilização e combate ao mosquito em todo o país. “A Sala de Situação tem surtido efeito para nossos trabalhos. Se contabilizarmos tudo o que vem sendo feito pelos 16 municípios, nós chegamos a 70% da meta estabelecida pela Sala Nacional do Ministério da Saúde”, disse a secretária de Estado da Saúde, Renilda Costa.
Em Macapá, cerca de 1.500 pessoas participaram, entre servidores públicos – civis e militares – e voluntários, que foram capacitados pela Prefeitura para o trabalho de campo. Divididos em aproximadamente 40 grupos, formados por agentes de endemias, bombeiros, integrantes da Defesa Civil e voluntários, fizeram uma varredura nos 40 quarteirões do bairro Santa Inês.
“Essa união de esforços é justamente para evitarmos que aconteça alguma coisa por conta desse transmissor”, assegurou o coronel do Corpo de Bombeiros Wagner Coelho.
Os órgãos públicos como Governo do Estado, Prefeitura de Macapá, Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, além da população que se voluntariou para o combate ao Aedes, se empenharam na conscientização e no trabalho em campo. “Nós temos aqui deputados que colocaram a mão na massa, secretários que estão analisando as casas juntamente com os moradores e tudo isso mostra o espírito de união em prol da saúde de todos”, resumiu Renilda Costa.
O vice-presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, deputado Antônio Furlan também participou da ação. “Sempre defendemos essas ações integradas entre os poderes, pois, só assim, conseguiremos atacar esse mosquito que hoje é um grande inimigo do Brasil”.
Ao todo, 1.145 imóveis foram vistoriados e em 146 foram encontrados focos do mosquito, o que representa 12,75% e reforça a necessidade da participação dos moradores no combate ao Aedes. Em 63 imóveis, os agentes de endemias tiveram que realizar algum tratamento para combater as larvas ou pupa, a última fase antes de o mosquito virar adulto. Mas, apesar da grande quantidade de pessoas envolvidas e da importância da ação, em 24 casas, as equipes foram impedidas de entrar e 257 estavam fechadas.
Durante o trajeto foram encontrados terrenos abandonados servindo de lixeira pública, se tornando um criadouro em potencial para o Aedes, caixas d’aguas destampadas e com larvas do mosquito, além de lixo nas ruas – descartáveis e sacos plásticos principalmente.
Muitos moradores aceitaram as orientações e ajudaram os agentes na limpeza. “Nós, como moradores, ficamos muito agradecidos aos poderes públicos de realizarem essas campanhas. Porém, conscientizar a população é o principal. Não custa manter a casa e o quintal limpos, só assim o mosquito não vai ter chance de proliferar”, alertou o eletrotécnico Waldemir Cavalcante.
Mutirão
O “Dia D” contra o Aedes foi estabelecido pela Sala Estadual de Situação, sob a coordenação da Secretaria de Estado da saúde (Sesa), que define as ações de combate ao vetor e deverá acontecer no último sábado de cada mês, com a mobilização de servidores públicos, voluntários e o envolvimento da sociedade. “Essa ação foi discutida dentro da Sala Estadual de Situação e vai repercutir durante todos os meses do ano no Estado. Levamos em consideração o pensamento nacional que diz que um mosquito não é mais forte que um país inteiro”, reforçou Renilda Costa.
A Sala Estadual de Situação tem reuniões semanais com a participação Governo do Estado do Amapá (GEA), Ministérios Públicos Estadual e Federal, Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), Assembleia Legislativa, Exército, Marinha, todas as prefeituras, além de parceiros como a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Federação do Comércio do Amapá (Fecomércio-AP), Banco do Brasil, Correios, Associação Industrial do Amapá (ACIA), entre outras entidades. As reuniões acontecem semanalmente, com avaliações do que foi deliberado na semana anterior e planejamento para a semana seguinte.